Biblioteca da Alepe promove debate sobre o clássico “Um Conto de Natal”

A Biblioteca da Alepe promoveu nesta quinta (19) mais uma edição do Clube de Leitura. O livro lido durante o mês de dezembro foi “Um Conto de Natal”, escrito pelo autor britânico Charles Dickens (1812-1870). Servidores e demais colaboradores da Casa se reuniram para discutir suas percepções acerca da obra.

ESÍRITO NATALINO – Participantes do Clube de Leitura compartilham reflexões sobre livro de Charles Dickens. Foto: Anju Monteiro

Enredo

Publicado em 1843, “Um Conto de Natal” (A Christmas Carol) é uma das histórias mais conhecidas e adaptadas da literatura mundial. A obra é um conto de Natal que transmite mensagens de solidariedade, redenção e o verdadeiro espírito natalino.

A história se passa em Londres e tem como protagonista Ebenezer Scrooge, um velho e avarento empresário, que despreza o Natal e todas as celebrações ligadas à data. Scrooge é egoísta, solitário e trata mal todos ao seu redor, incluindo seu sobrinho Fred, que o convida repetidamente para celebrar o Natal, e seu empregado Bob Cratchit, que sofre com as condições de trabalho impostas pelo patrão.

Na véspera de Natal, Scrooge é visitado pelo espírito de seu antigo parceiro de negócios, Jacob Marley, que morreu sete anos antes. Marley, condenado a vagar pelo mundo após sua morte como uma alma penada, explica que Scrooge terá o mesmo destino de sofrimento eterno, a menos que se arrependa de suas atitudes egoístas. Para ajudá-lo, Marley avisa que três espíritos visitarão Scrooge naquela noite.

Após as visitas dos três espíritos, Scrooge acorda na manhã de Natal, transformado. Ele se arrepende sinceramente de suas atitudes e decide mudar sua vida. Ele começa a tratar Bob Cratchit com mais generosidade, ajuda a família de seu empregado e faz o possível para garantir que Tiny Tim receba o tratamento que precisa. Scrooge se torna uma pessoa amável e altruísta, e passa a celebrar o verdadeiro espírito do Natal.

Gerente da Biblioteca da Alepe, Sirlênia Araújo comentou sobre a mensagem de reflexão sobre generosidade e autoconhecimento que o livro possui. “Será que todo mundo vai fazer essa reflexão? Ter essa oportunidade de olhar para sua vida? Como eu estou agindo hoje, como projeto meu futuro?”, pontuou.

Projeto 

O Clube de Leitura da Alepe foi fundado em 2018 e, desde então, abre suas portas, todas as últimas quintas-feiras de cada mês, para os interessados em literatura. Colaboradores do Legislativo Estadual e o público em geral podem participar da atividade, que acontece na Biblioteca da Alepe, localizada na Rua da União, 397, no hall do Anexo I.

Ao final da conversa, o grupo sorteia uma nova obra para ser lida e discutida no mês seguinte. Para participar das próximas edições do Clube de Leitura, basta entrar em contato com a Biblioteca da Alepe pelo telefone: (81) 3183-2252.

Superintendente da Elepe compartilha experiência da Alepe em evento no RN

NA CAPITAL POTIGUAR – (da esq. para dir.) Com o Caderno da Jornada Antirracista, José Marinho (diretor da Escola do Legislativo da Assembleia do Rio Grande do Norte), Floriam Madruga (presidente de honra da Abel), José Humberto Cavalcanti (superintendente da Elepe) e Roberto Lamari (presidente da Abel). Foto: Tatiana Seabra/Elepe

As ações de combate ao racismo desenvolvidas no âmbito do Poder Legislativo pernambucano foram apresentadas, pelo superintendente da Escola do Legislativo da Alepe (Elepe), José Humberto Cavalcanti, no 1º Encontro da Associação Brasileira das Escolas do Legislativo e de Contas (Abel) – Região Nordeste, realizado em Natal (RN), na última sexta (10).

Durante a participação, José Humberto discorreu sobre a 1ª Jornada Alepe Antirracista, realizada em novembro de 2023, bem como sobre os importantes produtos gerados pelo projeto: a Kizomba, o Caderno e o curso de formação antirracista.

O superintendente também destacou a posição do presidente da Alepe, deputado Álvaro Porto (PSDB), de priorizar políticas capazes de promover transformações em comportamentos que alimentam o ódio e o preconceito. “A Jornada Antirracista será incorporada ao calendário de ações da Alepe, com o apoio da Elepe, para que efetivamente a gente possa combater as práticas racistas, tão presentes nas estruturas institucionais e da sociedade”, acrescentou José Humberto.

Também participaram do encontro representantes de escolas do legislativo de assembleias e de câmaras legislativas dos estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Sergipe, São Paulo, Maranhão e Paraíba.

Adote um Sonho: ação presenteia jovens do Alepe Acolhe

COMPROMETIMENTO – Familiares e colaboradores envolvidos na ação ressaltaram importância social do Alepe Acolhe. Fotos: Nando Chiapetta

Dando continuidade às comemorações do Natal Prateado Alepe 2023, a Assembleia Legislativa de Pernambuco reuniu, nesta terça-feira (12), familiares e cônjuges dos parlamentares em torno da ação Adote um Sonho. Promovida pelo Departamento de Projetos Sociais Institucionais, a iniciativa teve como objetivo presentear os jovens atendidos pelo projeto social ‘Alepe Acolhe’, por meio da adoção de cartas com pedidos para o período natalino.

“É uma alegria poder estar aqui participando dessa ação tão bem sucedida que a Alepe realiza desde 2019. Já passaram 48 jovens pelo ‘Alepe Acolhe’ e, hoje, somamos-nos à ação ‘Adote um Sonho’ para dizer a eles que é possível construir um futuro melhor”, disse Sandra Paes, prefeita de Canhotinho e esposa do presidente da Alepe, o deputado Álvaro Porto (PSDB).

“Nesse encontro, estamos reunindo as esposas e os familiares dos parlamentares, os servidores e as servidoras do Poder Legislativo num só objetivo: fazer o bem e acolher essas crianças e adolescentes. Foi um momento muito especial para nos confraternizar e, mais do que isso, acarinhar os participantes do ‘Alepe Acolhe’. Parabenizo a todos que tão bem conduzem essa iniciativa”, ressaltou a empresária Eduarda Gouveia, esposa do primeiro-secretário da Alepe, o parlamentar Gustavo Gouveia (Solidariedade).

AÇÃO SOCIAL – Projeto Alepe Acolhe oferece estágio remunerado para jovens que vivem em casas de abrigo e aguardam processo de adoção

Alepe Acolhe

Feito em parceria com o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), o projeto é uma ação da Assembleia Legislativa que oferece estágio remunerado a jovens que vivem em casas de abrigo e aguardam processo de adoção.

O programa acontece desde 2019 e busca promover a inserção, no mercado de trabalho, de adolescentes em situação de vulnerabilidade. Em 2020, a iniciativa recebeu o prêmio de “Melhor Projeto Social”, durante a conferência anual da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).

“Esse é um encontro de corações. Mobilizamos todas as mulheres que têm atuação dentro e fora do Poder Legislativo para doar e conhecer mais de perto o ‘Alepe Acolhe’. Como estamos lançando a segunda fase do projeto, que procura inserir efetivamente os jovens no mercado de trabalho, a ideia aqui hoje é buscar parcerias para que a empregabilidade desses jovens se concretize”, disse a chefe Departamento de Projetos Sociais Institucionais, Cristiane Alves.

Estiveram presentes os parlamentares Sileno Guedes (PSB), Rosa Amorim (PT) e Dani Portela (PSOL); a superintendente de Gestão de Pessoas da Alepe, Danielle Aguiar; e o vereador do Recife Alcides Teixeira (PSB).

NATAL – Jovens foram presentados por familiares e cônjuges dos parlamentares

“Tive a oportunidade de ver o nascimento desse programa e fico muito feliz em ver que, a cada ano, ele encaminha tantos jovens pernambucanos ao mercado de trabalho. Desejo ainda mais sucesso ao ‘Alepe Acolhe’”, disse Sileno Guedes.

“Se cada um fizer a sua parte, a gente pode mudar a realidade de muitas pessoas. O ‘Alepe Acolhe’ traz uma perspectiva de futuro. Os jovens que integram esse projeto têm a oportunidade de aprender um ofício, mas, sobretudo, de ter trabalho e renda, de ter acesso à educação, de ter acesso à saúde, de ter acesso a muitos direitos que muitas vezes foram negados ao longo da sua vida inteira”, destacou Dani Portela.

Recém-saída do projeto ‘Alepe Acolhe’, a estudante Vitória Mariana, que completou 18 anos, falou da experiência de ter participado durante dois anos da ação. “Aprendi muitas coisas e saio daqui muito realizada. Foi uma oportunidade única. Como estou montando uma casa para mim, fiquei muito feliz com os presentes que recebi hoje. Gostei também da ideia de ter uma mamãe Noel, pois quebra um pouco desse imaginário de que só o papai é quem distribui as lembrancinhas dessa época do ano”, disse ela.